Que solidão...
Nessa distância até a imaginação as vezes me escapa.
quero
um
beijo
na boca.
Só isso!
Nem isso?
Tá.
Vou ler Kafka de Robert Crumb.
Pelo menos isso eu mereço...
E você,
Fique com a sua bela ressaca
e com seus beijos imaginados.
Fui...
E não venha com alusões pro meu lado,
tá?
Só por hoje...
Não ria! Olha, não ria!
Deixa tudo pra amanhã.
Novamente: FUI!!!
UM BLOG QUE è TUDO AQUILO QUE TEM QUE SER, UM BAIAO DE DOIS COM PIQUI DA CHAPADA DO ARARIPE, UMA PEARà VERONESA, E DOIS CORAçOES QUE SE ENCONTRARAM PRA SE TRANSFORMAR EM TRES E MULTIPLICAR COM TODOS. AQUI SE ENCONTRA PARTE DOS MEUS DIVERSOS MOMENTOS DA PROCURA CENTRADA EM SONHOS E VERDADES QUE SE ENTRELAçAM NA UNIAO DO TEMPO E NA Fè EM TRES PLENITUDES. MEUS MINUTARES è UM VASO DE NèCTAR...
segunda-feira, 30 de julho de 2007
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Um conto em primeiro conto...
Algo anormal para uma tarde normal - Por Mêires Moreira
A tarde trazia os mesmos sons. A cidade era pequena e as tardes se faziam iguais. Todos os dias eram normais. Pessoas voltando do trabalho, meninos e meninas nas calçadas brincando, senhoras na cozinha aprontando o jantar. E eu estava caminhando, coisa que adoro fazer. Caminhar pelas ruas e observar. Pena que só vejo as mesmas caras, ando pelas mesmas esquinas e escuto os mesmos barulhos, as mesmas conversas de fim de tarde.
Mas, assim como em um piscar de olhos algo novo começa a surgir. É um som. Sim. Um som. E esse eu bem que sei. É que já ouvi, não aqui, mas em outros lugares, nas minhas viagens. Mas o que é aquilo? Sim. Eu também conheço. Já sei o que é. Eu escutei, eu sei o que é. Mas olha, o que isso veio fazer aqui?
Invadiu o céu e o seu som invadiu as ruas, as casas, os quintais. Agora mesmo, as pessoas estão maravilhadas, é tudo novo pra elas. Parece coisa do outro mundo. As crianças gritam, as senhoras abandonam seus afazeres, as pessoas saem de suas casas. Querem ver o que é. A gritaria invade aquela sonoridade normal do dia-a-dia. As vozes se alteram. As crianças correm de um lado pro outro como querendo alcançar aquela coisa, que voa percorrendo cada canto da cidade. As senhoras e os senhores chamam quem ainda não se tocou da aberração daquela tarde. E pra situação ficar mais troncha, aquele troço jogou papeis de propagandas. “Participe da grande vaquejada de Orelinda. Boi, muita festa e mulher bonita!” Aí pronto! Trouxe mais algazarra. Os sons daquela tarde definitivamente ficaram mais esquisitos ainda.
Aquilo virou a cidade de cabeça pra baixo. O de sempre fora quebrado. E a tarde se foi, levando com ela aquele troço, que acabou com a normalidade da minha caminhada.
Agora só resta um cheiro de arroz queimado no ar, os comentários mais esquisitos, e as indagações mais loucas, das pessoas que vivenciaram tudo.
Era um avião?
Um asa delta?
Uma moto voadora?
Um pássaro artificial?Não ouvi um só acerto!
A tarde trazia os mesmos sons. A cidade era pequena e as tardes se faziam iguais. Todos os dias eram normais. Pessoas voltando do trabalho, meninos e meninas nas calçadas brincando, senhoras na cozinha aprontando o jantar. E eu estava caminhando, coisa que adoro fazer. Caminhar pelas ruas e observar. Pena que só vejo as mesmas caras, ando pelas mesmas esquinas e escuto os mesmos barulhos, as mesmas conversas de fim de tarde.
Mas, assim como em um piscar de olhos algo novo começa a surgir. É um som. Sim. Um som. E esse eu bem que sei. É que já ouvi, não aqui, mas em outros lugares, nas minhas viagens. Mas o que é aquilo? Sim. Eu também conheço. Já sei o que é. Eu escutei, eu sei o que é. Mas olha, o que isso veio fazer aqui?
Invadiu o céu e o seu som invadiu as ruas, as casas, os quintais. Agora mesmo, as pessoas estão maravilhadas, é tudo novo pra elas. Parece coisa do outro mundo. As crianças gritam, as senhoras abandonam seus afazeres, as pessoas saem de suas casas. Querem ver o que é. A gritaria invade aquela sonoridade normal do dia-a-dia. As vozes se alteram. As crianças correm de um lado pro outro como querendo alcançar aquela coisa, que voa percorrendo cada canto da cidade. As senhoras e os senhores chamam quem ainda não se tocou da aberração daquela tarde. E pra situação ficar mais troncha, aquele troço jogou papeis de propagandas. “Participe da grande vaquejada de Orelinda. Boi, muita festa e mulher bonita!” Aí pronto! Trouxe mais algazarra. Os sons daquela tarde definitivamente ficaram mais esquisitos ainda.
Aquilo virou a cidade de cabeça pra baixo. O de sempre fora quebrado. E a tarde se foi, levando com ela aquele troço, que acabou com a normalidade da minha caminhada.
Agora só resta um cheiro de arroz queimado no ar, os comentários mais esquisitos, e as indagações mais loucas, das pessoas que vivenciaram tudo.
Era um avião?
Um asa delta?
Uma moto voadora?
Um pássaro artificial?Não ouvi um só acerto!
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Que dia!
Hoje foi uma dia inteiro de trabalho!
E vou fecha-lo com chave de ouro! (Assim como os brasileiros no PAN fizeram nesse dia, he! he!)
Estou ouvindo Fiorella Mannoia, que estou aprendendo a gostar mais e mais, sempre que a escuto... É uma voz que me traz bons pensamentos.
E depois vou me deliciar com NINA, do diretor Heitor Dhalia. Um filmedo qual muitas pessoas já me falaram. Depois conto aqui o que achei...
Agora vou lá...
E vou fecha-lo com chave de ouro! (Assim como os brasileiros no PAN fizeram nesse dia, he! he!)
Estou ouvindo Fiorella Mannoia, que estou aprendendo a gostar mais e mais, sempre que a escuto... É uma voz que me traz bons pensamentos.
E depois vou me deliciar com NINA, do diretor Heitor Dhalia. Um filmedo qual muitas pessoas já me falaram. Depois conto aqui o que achei...
Agora vou lá...
terça-feira, 17 de julho de 2007
saudade da gota!
Eita, hoje me bateu uma saudade tão grande do meu fidanzato!
De quando de manhã, eu chegava de casa, ele sempre estava terminando de tomar banho e eu ia chamá-lo pra gente ir terminar de traduzir pra italiano os vídeos e os folders da Casa Grande. No final a gente sempre custava mais, porque de minuto em minuto tinha o intervalo pra uma beijoca... huuuuummmm!!! QUE SAUDADE!
De quando de tardinha, depois do jogo de volei no campinho da Casa Grande, a gente começava a brincar (mesmo mortos de cansados), ele sempre querendo correr mais que eu e eu sempre vencendo dele, hehehehehe!!! No final eu me entregava, só pra merecer um bejinho, ou para no final enche-lo de cócegas e carinho.
De quando a noite, a gente se encontrava, depois de ficar um tempo assim um olhando pro outro, a iamos sempre pro nosso cantinho na calçada do teatro, conversavamos e conversavamos, mas isso até a gente se lembrar que ele não havia conseguido me pegar e sairmos correndo, deixando os outros casais de namorados mortos de inveja, por não terem coragem de voltarem a ser crianças e por um bom tempo deixarem se levar pela liberdade, sem se preocupar pelo o que os outros pensam ou deixam de pensar.
De quando de manhã, eu chegava de casa, ele sempre estava terminando de tomar banho e eu ia chamá-lo pra gente ir terminar de traduzir pra italiano os vídeos e os folders da Casa Grande. No final a gente sempre custava mais, porque de minuto em minuto tinha o intervalo pra uma beijoca... huuuuummmm!!! QUE SAUDADE!
De quando de tardinha, depois do jogo de volei no campinho da Casa Grande, a gente começava a brincar (mesmo mortos de cansados), ele sempre querendo correr mais que eu e eu sempre vencendo dele, hehehehehe!!! No final eu me entregava, só pra merecer um bejinho, ou para no final enche-lo de cócegas e carinho.
De quando a noite, a gente se encontrava, depois de ficar um tempo assim um olhando pro outro, a iamos sempre pro nosso cantinho na calçada do teatro, conversavamos e conversavamos, mas isso até a gente se lembrar que ele não havia conseguido me pegar e sairmos correndo, deixando os outros casais de namorados mortos de inveja, por não terem coragem de voltarem a ser crianças e por um bom tempo deixarem se levar pela liberdade, sem se preocupar pelo o que os outros pensam ou deixam de pensar.
Saudade de quando de manhã, de tarde e de noite, ele me fazia raiva só pra me ver fazendo aquele biquinho e eu adorando sentir aquela raiva, pelo prazer de fazer o biquinho e mais ainda de ganhar aquele beijo sempre mais cheio de ternura...
Saudade!Nostalgia!
Ainda viveremos outros momentos, eu bem sei, tão únicos quanto estes!
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