Hoje à tardinha quando ia subindo pra minha casa presenciei duas cenas que me fizeram relembrar meu tempo de moleca arteira.
Um grupo de crianças estava com um monte de sacolas plásticas para soltarem no ar. Eles corriam com as benditas sacolas e quando elas estavam cheias de ar, as soltavam. Com o vento típico dessa época do ano, sobem um tanto!
Na minha época (que não faz taaaannnnto tempo assim) a gente fazia isso depois das 22 horas, pois o vento ficava mais forte. Era super divertido! Não tínhamos consciência de que estávamos contribuindo para o poluição do meio ambiente, igualzinho àqueles moleques de hoje. O que será que mudou? A verdade é que nas duas épocas o objetivo era se divertir com o que se tinha disponível.
Tive o prazer de ter uma infância muito boa, e acho que o que a fez tão especial foi a falta de coisas já prontas. Quem quisesse brincar que tivesse criatividade para inventar as brincadeiras, ou mesmo, fazer as já conhecidas bem mais divertidas.
Sacolas que "voavam" abrilhantando as noites estreladas;
Notinhas de carteira de cigarro (que muitas vezes valeu mais que dinheiro de verdade);
Coleção de tampas de garrafa (não sei como, mas aparecia até tampas de outros países);
Álbuns de figurinhas (quem já não se martirizou pra arrumar a última do álbum?);
Pau da bandeira (na nossa rua, até hoje tem a tradição de ir no mato pegar um tronco, e fazer igualzinho a cidade faz com o pau da bandeira de São Sebastião, hihhihihihi);
Bandinha de lata (Eu já fui cantora da bandinha da minha rua! hahhaahhaahaha!!!);
Cai no poço (eu sempre ficava pra dizer: "cai no poço...", Já tinha os casais certinhos e eu ficava sobrando... Pode?);
Mata (Nessa eu era a melhor, todo mundo queria ir no meu time!, sem brincadeira!)
Casinha na árvore (todas a meninas da rua tinha um lugarzinho reservado no pé de cajarana da rua. Eita! Saia cada briga!)
Esses são alguns exemplos! É que se eu for colocar todas as brincadeiras, vou ter que ficar aqui por tempo indeterminado.
Então... outra coisa que me lembrei foi dos benditos apelidos! Hoje eu vi uma briga feia, de dois meninos. Um apelidava o outro e acabaram se enrolando nos tapas... Vixe! Nem conto as vezes que aconteceu comigo. Tinha dois apelidos que eu ODIAVA!!! E que claro! Não vou colocar aqui, né?
Para não ser chata, de quebra vou contar os apelidos carinhosos e engraçados que eu gosto:
Meirinha
Um grupo de crianças estava com um monte de sacolas plásticas para soltarem no ar. Eles corriam com as benditas sacolas e quando elas estavam cheias de ar, as soltavam. Com o vento típico dessa época do ano, sobem um tanto!
Na minha época (que não faz taaaannnnto tempo assim) a gente fazia isso depois das 22 horas, pois o vento ficava mais forte. Era super divertido! Não tínhamos consciência de que estávamos contribuindo para o poluição do meio ambiente, igualzinho àqueles moleques de hoje. O que será que mudou? A verdade é que nas duas épocas o objetivo era se divertir com o que se tinha disponível.
Tive o prazer de ter uma infância muito boa, e acho que o que a fez tão especial foi a falta de coisas já prontas. Quem quisesse brincar que tivesse criatividade para inventar as brincadeiras, ou mesmo, fazer as já conhecidas bem mais divertidas.
Sacolas que "voavam" abrilhantando as noites estreladas;
Notinhas de carteira de cigarro (que muitas vezes valeu mais que dinheiro de verdade);
Coleção de tampas de garrafa (não sei como, mas aparecia até tampas de outros países);
Álbuns de figurinhas (quem já não se martirizou pra arrumar a última do álbum?);
Pau da bandeira (na nossa rua, até hoje tem a tradição de ir no mato pegar um tronco, e fazer igualzinho a cidade faz com o pau da bandeira de São Sebastião, hihhihihihi);
Bandinha de lata (Eu já fui cantora da bandinha da minha rua! hahhaahhaahaha!!!);
Cai no poço (eu sempre ficava pra dizer: "cai no poço...", Já tinha os casais certinhos e eu ficava sobrando... Pode?);
Mata (Nessa eu era a melhor, todo mundo queria ir no meu time!, sem brincadeira!)
Casinha na árvore (todas a meninas da rua tinha um lugarzinho reservado no pé de cajarana da rua. Eita! Saia cada briga!)
Esses são alguns exemplos! É que se eu for colocar todas as brincadeiras, vou ter que ficar aqui por tempo indeterminado.
Então... outra coisa que me lembrei foi dos benditos apelidos! Hoje eu vi uma briga feia, de dois meninos. Um apelidava o outro e acabaram se enrolando nos tapas... Vixe! Nem conto as vezes que aconteceu comigo. Tinha dois apelidos que eu ODIAVA!!! E que claro! Não vou colocar aqui, né?
Para não ser chata, de quebra vou contar os apelidos carinhosos e engraçados que eu gosto:
Meirinha
B-linha
Meireskovsky
Meireskovsky
Meireslândia
Mêura
Meiriele...
Eita! Vim pra cá falar de outra coisa e acabei escrevendo uma nada a ver.
Mas vamos pra frente!
Amanhã colocarei um texto que fiz sobre o melhor espetáculo que assisti esse ano: O Homem Provisório!
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